As perguntas que a gente mais ouve
Validação, limites, vieses e escopo — respondidas de forma direta, inclusive nas partes menos confortáveis.
Como vocês validaram a classificação?
Testamos contra casos-âncora nos 5 níveis oficiais do Inaf, além de pessoas reais de perfis diferentes usando o sistema de verdade — não só simulação.
Qual a taxa de acerto?
100% nos conjuntos de teste curados. Isso não significa acurácia estatística formal contra uma amostra grande — é prova de conceito validada com rigor, não um instrumento de diagnóstico clínico.
Como o sistema reage quando erra ou não entende?
Depois de 2 respostas confusas seguidas, ele oferece encaminhamento a um atendente humano, em vez de insistir adivinhando.
Por que só essas 4 tarefas?
São os pedidos mais comuns de atendimento de telecomunicações — escopo focado de propósito. A arquitetura generaliza pra outras tarefas sem mudar a lógica central.
Como evitam viés com quem escreve com erro, gíria ou sotaque?
O nível nunca é salvo — é recalculado do zero a cada atendimento. Um dia ruim de digitação não vira rótulo permanente. Testamos com gírias regionais reais.
E se a pessoa mudar o jeito de escrever no meio da conversa?
O nível fica fixo durante aquela tarefa específica, pra não ficar reclassificando a cada mensagem. Mas a próxima interação é reavaliada do zero, sempre.
Isso só funciona pra Vivo?
Não. As duas camadas de classificação são desacopladas da tarefa específica — qualquer central de atendimento que hoje trata todo mundo do mesmo jeito (bancos, órgãos públicos, saúde, outras operadoras) poderia reaproveitar o mesmo mecanismo.
Vocês tiveram algum problema de segurança de verdade?
Sim — durante os testes, encontramos uma vulnerabilidade real (nome de usuário aparecendo sem máscara no painel, em 9 pontos diferentes do sistema) e corrigimos. Preferimos mostrar isso a esconder. A história completa está na página de segurança.
Ficou alguma dúvida? A resposta mais honesta é testar
A Iara é uma inteligência artificial e, como qualquer outra IA, pode cometer erros.