Guiado
Confirma cada passo, com calma, para quem precisa de mais suporte. Uma coisa de cada vez, sem pressa e sem jargão.
Mais devagar é mais cuidadoUm assistente que adapta o atendimento ao nível de letramento digital de cada pessoa — sem nunca perguntar isso diretamente.
A Iara é uma inteligência artificial e, como qualquer outra IA, pode cometer erros.
Três caminhos de atendimento. Um sinal que se ajusta.
Apps, sites e chatbots costumam ser feitos para quem já sabe usá-los. No Brasil, essa é a exceção — não a regra.
dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais.
tiveram desempenho baixo ou médio em tarefas digitais.
Fonte: Inaf 2024 · Ação Educativa
Não é sobre o que você pede.
É sobre como você fala.
A Iara lê a forma da mensagem — o vocabulário, a estrutura, o jeito de pedir — e adapta a resposta na hora, sem fazer nenhuma pergunta sobre escolaridade.
Cada mensagem é atendida no ritmo de quem escreve. Repare que até os cards abaixo têm ritmos diferentes — de propósito.
Confirma cada passo, com calma, para quem precisa de mais suporte. Uma coisa de cada vez, sem pressa e sem jargão.
Mais devagar é mais cuidadoPasso a passo mais rápido, com menos confirmações.
Ritmo equilibradoResolve numa mensagem só, quando a pessoa já disse tudo.
Sem rodeiosO que muda quando o atendimento escuta o jeito de falar, e não só as palavras-chave.
A mesma conversa, dos dois lados: o que a pessoa vê no celular, e o que aparece no painel em tempo real.
Os dois vídeos tocam sincronizados: um play, dois lados da mesma história.
Antes de qualquer demonstração, a Iara conversou com a avó de um integrante da equipe, o avô de outro e o pai de um colega — cada um representando, naturalmente, um nível diferente de familiaridade digital.
Conversou com a Iara sem receber nenhuma instrução antes — e foi atendida no ritmo dela.
Pediu do jeito dele, com as palavras dele. A Iara respondeu na mesma medida.
Mais acostumado com tecnologia, foi direto ao ponto — e a Iara também.
Não é sobre estatística abstrata. É a avó que desiste no meio de um aplicativo, o avô que liga pro 0800 porque não confia em digitar errado, o pai que evita mexer no próprio plano de celular. A cada atendimento automatizado que trata todo mundo do mesmo jeito, alguém fica pra trás — não porque não é capaz, mas porque o sistema não foi pensado pra ele.
A gente não está classificando pessoas. A gente está adaptando o jeito de falar, conforme a mensagem de agora — amanhã, a Iara ouve de novo, do zero.
A maioria das empresas já usa algum tipo de assistente de chat — só que quase sempre é um só, genérico, do mesmo jeito pra todo mundo. A Iara não é uma tecnologia nova. É uma melhoria em cima de uma tecnologia que já está em toda parte, e que só vai crescer.
O projeto se alinha a duas metas globais da ONU — e ao debate mais recente sobre inclusão digital.
Atendimento que não exclui quem tem menos familiaridade digital: a tecnologia se adapta à pessoa, e não o contrário.
Inovação aplicada ao atendimento de telecomunicações, uma infraestrutura essencial da vida digital.
O projeto também dialoga com o Pacto Digital Global da ONU (2024), que coloca a inclusão digital significativa — não só o acesso, mas a capacidade de usar — entre as prioridades internacionais.
A Iara é uma inteligência artificial e, como qualquer outra IA, pode cometer erros.